Perder, ganhar, cair e levantar

julho 5, 2010

Meus amigos, aqui estou para desabafar sobre um bem e um mal da vida que escolhi. Indo direto ao assunto, os questionamentos sempre aparecem no momento da perda. Um dos grandes fatores positivos que vejo nessa vida de Estrada, shows pelo Brasil a fora e tudo mais que cerca essa profissão, destaco as novas amizades que fizemos. São amigos que não convivemos mas que ficam para sempre guardados na nossa memória e no nosso coração. O fato de sermos do interior do Rio Grande do Sul tem um peso muito grande nesse apego as pessoas, pois vejo que de onde viemos as pessoas são muito calorosas.
Portanto conhecemos muita gente, talvez sejamos nós as pessoas que mais conhecem pessoas e fazem novas amizades. Pois bem, o lado triste disso é que a todo instante recebemos a notícia de uma perda. Amigos que se vão e isso não é macabro ou sinistro, é simplesmente o retrato da realidade da existência humana. E nisso somos todos iguais, a dor sentida após uma perda. Lógico que o lado positivo é o que fica, vejo como uma dádiva de Deus encontrar pelo caminho pessoas tão legais e que acrescentam muito na nossa vida.
Fica bem claro que andei perdendo alguns amigos, pois sim, perdi e ouvi numa missa, evento que nunca vou por não concordar com certas atitudes da Igreja e por ser adepto de outra religião, uma frase muito bonita dita pelo padre. Ele falou: “Temos que nos preocupar com a vida e não com a morte”, ou seja, realmente quero seguir fazendo novos amigos e cada vez mais celebrar a amizade, que isso é cuidar bem da nossa vida.

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8 Respostas to “Perder, ganhar, cair e levantar”

  1. Fiquei pensando naquelas picuinhas e briguinhas que nos fazem afastar de pessoas queridas …queremos GRANDES amigos mas nunca somos Grandes amigos o suficiente para o outro …
    “amar é bem melhor que ver o amor passar …” adoro essa frase D.maaaais

  2. Luana Cruz said

    Belo texto, Diego!
    A vida é isso, todo fim é um recomeço…

  3. mumu said

    Amar é bem melhor que vê o Valdor passar!!

  4. Dani said

    Não sou adepta a religião, mas o padre tem razão, a vida é agora e a morte é o fim.

  5. Tche
    Acompanho anonimamente o teu blog a banda e tua carreira a algum tempo e alimentamos muitos amigos em comum, só faltou o destino nos apresentar adequadamente. Mas é a primeira vez que comento um post teu.
    Uma amigo uma vez me disse: “Para cada escolha são muitas renuncias”
    Concordei com ele, mas são poucos que sentem o peso destas renuncias, parabéns pelo texo!
    Abraços

  6. Tchê, umas vez te fiz uma pergunta no formspring, sobre o quanto te influenciava o fato de ser do interior do nosso Rio Grande. Tu respondeste sobre o fato de nos apegarmos as pessoas, sobre a facilidade de gostar, de fazer amizades. Isto é algo muito bom, e que se todas as pessoas fossem assim, teriamos um mundo bem melhor, um mundo ”mais de casa”. Parabéns pelo texto, muito bom, e as perdas como tudo fazem parte da vida. Abraço!

  7. Branca said

    Olha Tchê, confesso que me emocionei com teu texto. No CD velocidade a questão da amizade foi bem abordada, mesmo que de forma sutil, mas bastante verdadeira, pois a bem da verdade,como diriam nossos pais. Lindo texto mesmo!

  8. Branca said

    Aos meus amigos, recordei agora…linda, como diriam os antigos…

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